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Sítio web não compatível com IPv6 Este sítio web funciona com IPv6. Se o globo estiver girando, você também já usa IPv6!


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25 May 2010 - 18:40:
Relato sobre o Treinamento IPv6 do RIPE

11 Jan 2010 - 17:49:
Introdução ao IPv6 para o CCNA

11 Dec 2009 - 11:14:
Videos sobre cases IPv6 fora do Brasil

09 Jun 2009 - 18:59:
Curso de Introdução ao IPv6

30 Apr 2009 - 17:58:
Construindo um firewall Linux com suporte a IPv6



FAQ

Questões Gerais

......

O que é o IP?

IP é a abreviação, em inglês, de Protocolo Internet.

Um protocolo nada mais é do que a definição do conjunto de regras e códigos utilizados pelos computadores para se comunicarem em uma rede. No Protocolo Internet, uma dessas regras diz que cada um deles deve ser identificado de maneira unívoca, através de um número, que também leva o nome de IP. Não pode haver mais de um computador usando o mesmo IP em toda a Internet, o que permite que os dados sejam sempre encaminhados ao destino correto.

Pode-se fazer uma analogia entre o número (ou endereço) IP e o endereço, no mundo real e físico, de uma casa. Assim, o protocolo IP pode também ser comparado ao conjunto de regras de trânsito, mapas e sinalização que permitiriam a alguém chegar a esse local.


O que é o IPv6?

IPv6 é abreviação de Internet Protocol version 6 ou, em português, Protocolo Internet versão 6.

Pode-se dizer que um protocolo consiste num conjunto de regras que permitem a comunicação entre dispositivos. Grosso modo, protocolo é uma "linguagem". O Protocolo Internet, ou IP, foi criado para permitir a comunicação entre diferentes redes de computadores e hoje, em sua versão 4, é a base da Internet.

O IPv6 é o sucessor do IPv4. Ele foi desenvolvido ao longo da última década com essa finalidade. Hoje ele é um protocolo maduro, com várias vantagens em relação ao IPv4, e suportado pelos principais equipamentos e programas de computador.

Sua implantação na Internet já está em andamento, e deve ser acelerada nos próximos anos. O protocolo deverá estar já amplamente difundido até 2010 ou 2011, para quando prevê-se o esgotamento dos novos endereços IPv4.

Prevê-se que ambos, IPv4 e IPv6, funcionem lado a lado na Internet por muitos anos. Mas, a longo prazo, o IPv6 substituirá o IPv4.

Se compararmos o endereço IP com o endereço de uma casa, com a adoção do IPv6 será como se todas as casas ganhassem um número novo, mas diferente do antigo. Por exemplo, que fosse, ao invés de um número simples, um código baseado em números e letras. Dessa forma as casas teriam ainda seu número antigo e o novo código: eles não se misturariam ou se confundiriam, porque seriam diferentes. Ambos poderiam ser usados para se chegar a um determinado destino... Quando todas as casas recebessem o novo código o antigo poderia, finalmente, ser deixado completamente de lado, pois não teria mais utilidade.


Por que o IPv6 é necessário?

Uma característica importante do Protocolo Internet, é que cada dispositivo ligado à rede deve possuir um identificador único, que normalmente é chamado de endereço IP, ou número IP. Na Internet, esses números são controlados centralmente, e a entidade responsável é a IANA (Internet Assigned Numbers Autority).

O IPv6 é necessário porque os endereços livres no IPv4 estão se acabando. As previsões indicam que eles se esgotarão na IANA por volta de 2010 ou 2011. A IANA redistribui os números para entidades regionais, que por sua vez, fazem o mesmo para entidades nacionais, ou os designam diretamente para usuários finais. Por exemplo, a IANA assinala um bloco de números para o LACNIC, que é a entidade responsável pela distribuição na América Latina e no Caribe. O LACNIC assinala uma parte desse bloco para o NIC.br, que é o responsável por distribuí-lo no Brasil. Finalmente, o NIC.br designa blocos de endereços IP para os usuários finais ou provedores Internet. Entenda-se então que quando os endereços acabarem no IANA, ainda haverá endereços no LACNIC e no NIC.br, mas esses também se acabarão após 1 ou 2 anos.

Sem novos números IP fica muito complicado conectar novos usuários à Internet. Seu crescimento, então ficaria muito prejudicado.

No IPv6 a quantidade de endereços disponível é muito maior que no IPv4. Esses endereços deixarão, então, de ser um recurso crítico, pois estarão disponíveis de forma abundante. Isso permitirá a continuidade do crescimento da Internet.


Por que o IPv4 está acabando?

A Internet não foi projetada para ser o que é atualmente. Em 1983, ela era uma rede predominantemente acadêmica com pouco mais do que 100 computadores conectados. Seu sucesso, contudo, fez com que crescesse de forma exponencial. Por volta de 1993 iniciou-se sua utilização comercial e com a política então vigente de distribuição de IPs imaginou-se, então, que os mesmos poderiam esgotar-se em dois ou três anos.

O espaço de endereçamento do IPv4 não é pequeno. Cada endereço é um número com 32 bits, o que significa que existem 4.294.967.296 endereços, mas a política inicial de distribuição desses endereços não foi muito adequada, dividindo-os em classes. Havia 3 classes de endereços:

A classe A, por exemplo, atenderia apenas a 128 instituições, mas sozinha consumia metade dos recursos disponíveis. Isso era um grande desperdício! Várias instituições como a IBM, o MIT, a HP, a Apple, entre outras, receberam esse tipo de bloco para utilizar. As outras classes tampouco representavam adequadamente as necessidades das redes conectadas à Internet, sendo grandes demais ou pequenas demais.

Essa política de classes foi responsável por um grande desperdício de recursos, nos primórdios da Internet, e essa é uma das razões pelas quais os novos endereços IP estão terminando. Ela foi, contudo, modificada em 1993, com a adoção do CIDR (Classless Inter-Domain Routing). Com o CIDR o tamanho dos blocos alocados para cada rede passou a corresponder à real necessidade das mesmas.

Apesar da adoção do CIDR e de outros fatores terem diminuido a demanda por novos endereços, essa demanda continua grande. A Internet continua a crescer exponencialmente, com a conexão de novas empresas, instituições e pessoas à rede. Fatores como a inclusão digital e as tecnologias 3G, entre muitos outros, contribuem para esse crescimento. Por isso os endereços estão terminando.


Por que o IPv4 ainda não acabou?

Ao se perceber o iminente esgotamento dos números IP, quando se iniciou a utilização comercial da Internet, por volta de 1993, imediatamente o desenvolvimento de uma nova geração do Protocolo Internet começou. Essa nova geração deveria ser a solução definitiva para o problema e, de fato, esse desenvolvimento resultou no que hoje conhecemos por IPv6.

O desenvolvimento de um novo protocolo, no entanto, requer tempo e recursos consideráveis. Então, outras soluções tecnológicas, paliativas, foram também adotadas no curto prazo. Essas novas tecnologias, nomeadas a seguir, permitiram a redução da demanda por novos endereços, e a racionalização na forma como eles eram distribuídos, adiando assim seu esgotamento.

Entre as tecnologias relevantes, pode-se citar:


Quando o IPv4 vai acabar?

As previsões atuais indicam que o estoque da IANA acabará em algum momento entre 2010 e 2011.

Depois de terminar o estoque da IANA, as entidades regionais, como o LACNIC (América Latina e Caribe), o ARIN (América do Norte), o RIPE (Europa), o APNIC (Ásia e Pacífico) e o AFRINIC (Africa), ainda terão seu próprio estoque. O mesmo vale para entidades locais como o NIC.br. Estima-se que esse estoque local terminará em 1 ou 2 anos após o término do estoque da IANA, o que significa que não haverá IPs novos para os usuários em algum momento entre 2011 e 2013.

O final do estoque pode ocorrer em momentos diferentes em cada região.

Pode ser também que redes com determinadas necessidades não possam ser atendidas mesmo que ainda haja IPs no estoque. Por exemplo, no caso de uma rede necessitar de um grande bloco contíguo de IPs: esse pode não estar disponível, mesmo quando ainda houver blocos menores no estoque. Na verdade, as políticas de distribuição dos endereços remanescentes IPv4 estão sendo também discutidas. Conforme as políticas adotadas, a data de término pode ser um pouco adiantada ou postergada.


Quando o IPv4 acabar, o que vai acontecer?

Se o IPv6, nesse momento, tiver sido implantado com sucesso na Internet, e estiver sendo amplamente utilizado, ele permitirá que a rede continue a crescer, e não haverá problemas.

Se o IPv6 ainda não estiver amplamente em uso, poderá haver problemas. Sem novos endereços IP o crescimento da Internet ficará prejudicado, pois não é possível conectar novas redes ou usuários à mesma sem endereços adicionais.

Provavelmente alternativas serão encontradas para permitir a continuidade do crescimento da rede, nesse caso. Antevê-se algumas possibilidades, mas todas com reflexos negativos, por exemplo:


A Internet vai acabar?

O término dos endereços IPv4 não fará a Internet acabar, nem mesmo deixar de funcionar. Prevê-se que haverá uma diminuição na taxa de crescimento da rede e que algumas novas aplicações, que poderiam ser criadas, não serão. Talvez as conexões à Internet fiquem mais caras.

Com a implantação do IPv6 antes do término do IPv4 não haverá problemas. Pelo contrário, o IPv6 traz avanços em relação ao IPv4, que deverão tornar possível a criação de novas aplicações na rede.


Quantos endereços Internet existem no IPv4? O que muda com o IPv6?

Os endereços no IPv4 são representados internamente nos computadores com números de 32 bits. Isso significa que há um total de 4.294.967.296 endereços possíveis. Alguns desses endereços não estão efetivamente disponíveis, porque têm usos especiais. É o caso do bloco de endereços reservado para multicast (um tipo especial de roteamento de pacotes utilizado em algumas aplicações), ou ainda dos blocos reservados para os endereços privados.

No IPv6, os endereços são representados por números de 128 bits. Isso significa que há 340.282.366.920.938.463.463.374.607.431.768.211.456 endereços, o que representa cerca de 79 trilhões de trilhões de vezes o espaço disponível no IPv4. Esse número equivale a cerca de 5,6 x 10^28 (5,6 vezes 10 elevado a 28) endereços IP por ser humano, ou ainda, aproximadamente, 66.557.079.334.886.694.389 de endereços por centímetro quadrado na superfície da Terra.

Metade dos 128 bits, no entanto, está reservada para endereços locais numa mesma rede. Isso significa que somente 18.446.744.073.709.551.616 redes diferentes são possíveis.

A grande quantidade de endereços é capaz de atender às necessidades da Internet no futuro imaginável. Ela facilita também o processo de atribuição dos números dentro das redes permitindo, por exemplo, a configuração automática dos endereços IP com base no endereçamento físico das placas de rede.


Quantos endereços IPv4 ainda estão disponíveis?

Ainda estão disponíveis 39 blocos "/8". Cada bloco /8 representa aproximadamente 16 milhões de endereços. 39 blocos são aproximadamente 654 milhões de endereços, ou 15% do espaço total.

Isso pode parecer bastante, mas, segundo dados da NRO (Number Resource Organization) (http://www.nro.net/statistics), apenas em 2007, 12 blocos /8 foram utilizados, e a taxa de utilização vem aumentando ano a ano.


Quando será a "data da virada"?

Não existe uma "data da virada". Não vamos, por hora, migrar de IPv4 para IPv6. Vamos, isso sim, implantar o IPv6 na Internet, mas o IPv4 continuará, também, em funcionamento.


Migração ou implantação?

Fala-se de implantação do IPv6, e não de migração.

O termo técnico utilizado para a nova situação da Internet e das redes em geral é dual-stack. IPv6 e IPv4 funcionarão em conjunto certamente por alguns anos, talvez por muitos, antes do IPv4 ser desativado.


O IPv6 cria uma nova Internet? Separada da primeira?

A "Internet IPv6" está nascendo à partir da "Internet IPv4". Ou seja, o mesmo computador que hoje é visível e acessível apenas através da "Internet IPv4", uma vez que tenha acesso ao IPv6, estará também na "Internet IPv6". Então, mesmo que tecnicamente sejam dois espaços de endereçamento separados, a Internet é uma só. As redes que compõem hoje a "Internet IPv4" serão as que formarão a "Internet IPv4 + IPv6" e, no futuro, a "Internet IPv6".

O IPv6 não divide a Internet em 2.


O que aconteceu com o IPv5?

O número 5 para os protocolos da camada Internet (camada 3) foi designado para o ST (Stream Protocol). Para entender melhor à questão, é necessário recorrer à história da Internet:

Nos primórdios da Internet, na década de 1970, quando as primeiras versões do IP foram criadas para a NSFnet (rede da National Science Foundation estadunidense), elas, na verdade, faziam parte do TCP. TCP e IP eram um único protocolo. Hoje eles têm diferentes funcionalidades: o IP cuida do endereçamento e do encaminhamento dos pacotes de dados de um computador para o outro, enquanto o TCP cuida para que os dados cheguem sem erros, e cheguem à aplicação correta no computador. No final da década de 1970 os engenheiros envolvidos perceberam que essas eram muitas tarefas para um só protocolo e resolveram separá-los. Assim, em setembro de 1981, foi padronizado o IP, na RFC 791, juntamente com o TCP, na RFC 793. Essa versão de IP, foi a primeira versão padronizada pelo IETF, mas já era a quarta versão do protocolo, então recebeu o número 4.

O Stream Protocol é o protocolo cujo número de versão é 5. Ele não é compatível com o IP, com exceção justamente do campo de versão, que consiste nos primeiros bits de informação do pacote de dados, já que foi criado também para uso em redes ou na Internet. Sua função seria o envio de voz e vídeo via rede, como uma alternativa ao IP. O ST começou a ser desenvolvido também na década de 1970, mas a primeira vez que foi padronizado pelo IETF foi com a RFC 1819, em 1979. Ele chegou a ser utilizado comercialmente, mas hoje não está mais em uso. Alguns dos conceitos do protocolo, no entanto, são utilizados no MPLS.

O IPng (Internet Protocol New Generation), que resultou no desenvolvimento do IPv6, teve várias propostas de protocolos. Dentre elas o CATNIP (RFC 1707), o PIP (RFC 1622) e o TUBA (RFC 1347), que receberam também números de versão. O SIPP (RFC 1710) foi a proposta que transformou-se no IPv6 (RFC 2460).

Versões dos protocolos na camada Internet

versão nome data estado
0 IP Março de 1977 não padronizado pelo IETF
1 IP Janeiro de 1978 não padronizado pelo IETF
2 IP Fevereiro de 1978 v.A não padronizado pelo IETF
3 IP Fevereiro de 1978 v.B não padronizado pelo IETF
4 IPv4 Setembro de 1981 em uso
5 ST Setembro de 1979 em desuso
6 IPv6 Dezembro de 1988 em uso
7 CATNIP Outubro de 1994 em desuso, depreciado
8 PIP Maio de 1994 em desuso, depreciado
9 TUBA Junho de 1992 em desuso, depreciado
10-15     não atribuídos


Gestores, Gerentes, Administradores, Diretores.

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Por que o IPv6 é importante para a minha empresa?

Se a Internet é, hoje, de alguma forma, importante para sua empresa, então o IPv6 também é.

A implantação do IPv6 é fundamental para que a Internet continue a existir, a crescer e a evoluir sem obstáculos.


Vamos ter gastos na implantação do IPv6?

Sim.

O pessoal de TI deve ser treinado. Um plano de implantação deve ser elaborado. Alguns equipamentos poderão ter de ser trocados e, em outros, poderão ser necessários upgrades de software. Alguns softwares terão de ser adaptados. Tudo isso envolve custos.

Acreditamos, contudo, que se a implantação for planejada com a antecedência necessária, os custos serão muito baixos.

Boa parte dos investimentos necessários (em pesquisa, testes, e em suporte ao protocolo nos principais softwares e equipamentos, por exemplo) já foi feito por outros.


Vamos ter ganhos com a implantação do IPv6?

A razão principal para a implantação do IPv6 é que o IPv4 não suporta mais o crescimento da Internet. Ou seja, o que se quer é garantir a continuidade dos benefícios que a Internet tem trazido para as empresas, e para toda a sociedade.

Ainda assim, é importante notar que o IPv6 traz avanços importantes, que podem resultar em ganhos:

Acredita-se que novas aplicações, algumas inovadoras, surgirão à partir desses avanços. Perceba também que, ao implantar o IPv6, sua empresa estará se beneficiando de aproximadamente 15 anos de pesquisa e desenvolvimento, que resultaram no que hoje é o protocolo.


Quando devemos começar a implantação do IPv6?

Quanto mais cedo a questão for entendida, e a implantação planejada, menores serão os gastos no processo.

O ideal, então, é começar já.


Quais ações urgentes devemos tomar?


Quais os riscos, caso minha empresa não adote o IPv6 à tempo?

Caso sua empresa esteja atrasada em relação ao resto do mundo na adoção do IPv6, pode ter problemas para usar determinados recursos na Internet. Boa parte desses recursos, provavelmente, será formada de aplicações novas, funcionando exclusivamente com IPv6. Se alguma dessas aplicações tornar-se importante para seus negócios, seus concorrentes, já conectados com IPv6, poderão ter uma vantagem competitiva importante.

Outro ponto a ser considerado é a oportunidade perdida de sua empresa desenvolver uma aplicação inovadora baseada no IPv6.

Há o risco, também, da própria implantação do IPv6 na Internet falhar, no sentido de que o esgotamento dos endereços v4 ocorra antes da larga disseminação do v6. Se isso acontecer, os custos de implantação de novas redes ligadas à Internet pode aumentar. O uso de NAT também aumentará, dificultando o gerenciamento da rede e a criação de aplicações para comunicação fim a fim. Novas aplicações deixarão de ser desenvolvidas. Isso poderá ser bem negativo, não só para sua empresa, como para toda a sociedade.


Já há provedores fornecendo trânsito IPv6 comercialmente no Brasil?

Sim, para usuários corporativos. Em São Paulo, por exemplo, Global Crossing, CTBC e TIWS são capazes de fornecer trânsito IPv6.

(Se você é provedor, também oferece trânsito IPv6, e não está listado aqui, nos informe!)


Políticos, Legisladores e envolvidos com políticas públicas...

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Como os governos de outros países estão incentivando a adoção do IPv6?

Vários governos têm incentivado a implantação do IPv6 na Internet, através do envolvimento de autoridades das áreas de comunicações, energia, ciência e tecnologia, educação, entre outras. Dentre as diversas ações tomadas, podemos citar as seguintes:

Como exemplos de países que têm implantado ações em prol da adoção do IPv6, podemos citar (sem a intenção de fornecer uma lista completa): França, Índia, Espanha, Austrália, Japão, Estados Unidos e Malásia.


A intervenção do governo é importante para a adoção do IPv6?

Sim, é essencial.

Apesar do IPv6 trazer benefícios, estes não são visíveis a curto prazo, nem para as empresas e usuários finais em geral, nem para os provedores de Internet. Não obstante, a implantação do IPv6 é inevitável.

As autoridades do governo tem condições de colaborar para a adoção do novo protocolo na Internet:


Como o governo dos EUA tem tratado essa questão?

Em agosto de 2005, o Escritório de Direção e Orçamento dos EUA (OMB) emitiu o memorando M-05-22: "Planejamento da Transição para o Protocolo Internet versão 6 (IPv6)", especificando que os backbones das redes da Agências Governamentais Federais estadunidenses tenham implantado IPv6 para Junho de 2008. O memorando pode ser acessado em: http://www.whitehouse.gov/omb/memoranda/fy2005/m05-22.pdf.

Isso não significa que todas as Agências hoje tenham o IPv6 completamente implantado em seus serviços, não significa nem mesmo que elas mantenham suas redes funcionando em modo dual stack. Significa apenas que elas demonstraram que as suas redes já estão prontas para o novo protocolo, o que é um importante passo.


Como a União Européia tem tratado essa questão?

Desde 2002, quando foi lançado um plano de ação à adoção da nova geração do Protocolo Internet (IP/02/284), a UE já investiu mais de € 90 milhões em pesquisas relacionadas ao IPv6, e tem a intenção de gastar € 300 milhões até 2013. Em conseqüência disso, todas as redes européias de pesquisa já estão prontas para o IPv6, sendo que a GEANT (IP/08/354) é líder mundial na implantação deste protocolo, fazendo com que a Europa seja a região do mundo com maior adesão aos endereços IPv6.

Outro passo importante foi dado em 27 de maio de 2008 (IP/08/803), quando a Comissão Européia estabeleceu como objetivo para a Europa que, em 2010, 25% das empresas, administrações públicas e usuários particulares utilizem o Ipv6.

E para que isso ocorra, foi solicitado aos Estados-Membros da UE, que estes coloquem o setor público europeu na linha da frente da implantação da nova tecnologia, migrando para o IPv6 suas redes, seus sítios web e serviços de governo eletrônico. A Comissão quer também que os sítios web mais importantes da Europa participem desse projeto e espera obter o apoio de, pelo menos, 100 das principais operadoras européias de sítios web, antes do final de 2008. O próprio sítio web da Comissão (http://europa.eu) estará acessível via IPv6 até 2010.

Em relação as indústrias européias de TI, foi sugerido que os Estados-Membros exijam a utilização do IPv6 como condição para os contratos públicos (como já fazem a Comissão Européia e o Governo norte-americano), e lancem campanhas de incentivo junto as empresas e organizações, além de ajudá-las na transição.


Como o Japão tem abordado a questão?

O governo japonês oferece, desde 2000, incentivos fiscais para a adoção do IPv6.


De que forma os governos federal, estaduais e municipais podem contribuir para o sucesso da adoção do IPv6?

1 - Implantando o IPv6 em suas redes, seus sítios Web, serviços de governo eletrônico, escolas, centros de pesquisa e universidades. Isso incentivará a iniciativa privada a oferecer produtos e serviços IPv6.

2 - Estudando formas de incentivo à adoção do IPv6 pela iniciativa privada.


Quais as ações mais urgentes?

1 - Discutir e entender a questão.

2 - Estabelecer que novos equipamentos, softwares e serviços usados nas instituições do governo devem ser compatíveis com IPv6.

3 - Planejar a implantação, estabelecendo metas claras e tangíveis.


Quais os riscos, caso o IPv6 não seja implantado a tempo no Brasil?

1 - Usuários Internet podem ficar sem acesso a novos sítios e serviços, baseados em IPv6.

2 - Pode haver um aumento no custo de conexão à Internet, por conta da necessidade de adquirir IPs (v4) a preços elevados, ou por conta de manter estruturas complexas de conversão de endereços (NAT e similares) em escala muito maior do que o que é feito hoje.

3 - Custo de oportunidade: o IPv6 traz novas possibilidades de serviços e negócios, que não poderão ser aproveitadas pelas empresas brasileiras.

4 - Perda de competitividade, porque a infra-estrutura Internet do restante do mundo estará muito melhor em termos de qualidade, desempenho e segurança.

5 - Dificuldade de implantar programas de inclusão digital, por conta da dificuldade de interligar novas redes à Internet.

6 - Dificuldade de implantar redes de nova geração, como serviços 3G, pela falta de IPs.


Questões de usuários domésticos.

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O que muda para mim com IPv6?

A implantação do IPv6 deve ser transparente. Ou seja, se tudo der certo, pouca coisa mudará: seu computador será configurado automaticamente, a Internet continuará a funcionar e a evoluir, e você notará, com o passar do tempo, mais aplicações facilitando a comunicação fim a fim entre as pessoas, como as de video conferência e colaboração, entre outras.

Algumas coisas serão mais fáceis. Por exemplo, se você tem uma pequena rede na sua casa, com diversos computadores ou ainda com outros dispositivos, cada um deles terá um endereço IP fixo e válido na Internet. Isso significa que você não precisará mais que um computador ou roteador seja responsável pelo compartilhamento da conexão (tecnicamente, chamamos isso de NAT - Network Address Translation).

Com os IPs válidos, ficará mais simples acessar os dispostivos remotamente, de forma segura. Você poderá, por exemplo, utilizar sua impressora doméstica do computador de seu serviço, se assim o desejar. Alguns outros equipamentos em sua casa poderão também ser ligados à Internet, como fogões, geladeiras, cafeteiras, lâmpadas, câmeras de vigilância, etc; dessa forma você poderá controlá-los ou visualizar seu estado à distância.

Se a implantação do IPv6 falhar, você notará que a Internet continuará a funcionar... Mas, provavelmente, o ritmo em que novas aplicações interessantes aparecem diminuirá bastante. Talvez o acesso à rede também fique mais caro.


Como sei se meu computador já utiliza IPv6 ou não?

Neste sítio Internet (http://ipv6.br) você vê, na parte superior esquerda da página, um logotipo "IPv6 Brasil", com um globo dentro do 6. Se o globo estiver girando, você já está utilizando IPv6... Se o globo estiver parado, você não utiliza IPv6 ainda.

Na parte superior da página, do lado esquerdo do logotipo "nic.br", aparece também o seu número IP. IPs v4 são compostos por 4 conjuntos de números, separados por pontos, por exemplo: 200.160.7.143. IPs v6 são compostos por até 8 conjuntos de números hexadecimais (números de 0 a 9 e letras de A a F), separados por dois pontos, por exemplo: 2001:12ff:0:7::143 (alguns dos 8 conjuntos de números podem ser omitidos e no seu lugar aparece ::).


O IPv6 deixa meu computador vulnerável?

O IPv6 dá a seu computador um novo endereço, uma nova de ser encontrado na Internet. E mesmo que seu provedor Internet não ofereça IPv6, o seu computador poderá criar automaticamente um "túnel" para conectá-lo à Internet IPv6.

Em muitas empresas e redes domésticas, os computadores não usam endereços IPv4 válidos na Internet. Eles dependem de um serviço chamado NAT, que compartilha um único endereço válido para muitos computadores, para conseguir comunicar-se. Computadores usando NAT não podem ser contactados de forma trivial por outros computadores na Internet.

Entenda que com o IPv6 não há mais NAT. Seu computador estará na Internet "de verdade". Ele poderá comunicar-se com outros computadores na rede e vice-versa.

Ok... Mas isso deixa ou não o computador vulnerável, inseguro?

Seu computador, de forma geral, não estará mais inseguro do que antes se você estiver com o seu Sistema Operacional atualizado, e utilizando um firewall. Outras medidas de segurança, como uso de anti-vírus, anti-spyware, cuidados com sítios web e e-mail maliciosos, devem continuar a ser tomadas. Consulte a Cartilha de Segurança do CERT.br: http://cartilha.cert.br/.

Se você estiver utilizando um Sistema Operacional sem os updates de segurança, ou estiver com o firewall desligado, o IPv6 pode, sim, deixá-lo mais inseguro, porque cria um novo caminho para chegar até seu computador. Veja, no entanto, que se você estiver nessa situação, você já tem problemas muito sérios de segurança, com ou sem IPv6. O NAT, por si só, não é um mecanismo de proteção eficaz.


O IPv6 deixa o acesso aos sítios web mais lento?

Se você não tiver IPv6 nativo (fornecido diretamente pelo seu provedor Internet) e se o seu provedor não oferecer o serviço de criar túneis automáticos para lhe dar conectivadade IPv6, em alguns poucos casos isso pode realmente acontecer.

Por quê? Para criar um túnel, seu computador busca um servidor público na Internet, chamado relay. Seu computador sempre vai procurar o servidor mais próximo, mas podem não haver servidores próximos! Se o servidor mais próximo estiver em outro país, por exemplo, você pode notar alguma lentidão no acesso a um sítio web através do IPv6.

O projeto IPv6.br oferecerá em breve servidores públicos para túneis Teredo e 6to4, no Brasil, acabando com esse tipo de problema.

Se o seu provedor oferece conexão nativa IPv6, ou então possibilidade de você criar um túnel IPv6 através dele, esse problema já não ocorre.


Como posso instalar o IPv6 no meu computador?

Se você utiliza Windows Vista, Linux, ou Mac OS X, o IPv6 está ativado por padrão.

Se você utiliza Windows XP, digite ipv6 install no prompt de comando.

Consulte este artigo para mais detalhes.

Você pode também criar túneis IPv6 manualmente, através de tunnel brokers, consulte este e este artigos, sobre o assunto.


Com IPv6, quantos números IP vou ganhar para usar em minha casa?

Para usuários domésticos e pequenas empresas, os provedores entregarão normalmente blocos de IPs com tamanho variando entre /48 e /56, dependendo de suas políticas e da configuração de sua rede. Essa é uma nomenclatura técnica, baseada no número de bits do endereço.

Em termos simples, um /48 significa que você poderá ter configuradas 65.536 redes, cada uma com 18.446.744.073.709.551.616 de endereços diferentes. Um /56 significa que são possíveis 256 redes diferentes, cada uma com os mesmos 18.446.744.073.709.551.616 endereços.

Eventualmente, o provedor poderá entregar "apenas" um bloco /64, se considerar que uma única rede atenderá suas necessidades. Com um bloco /64 você não poderá dividir sua rede em vários segmentos, mas ainda assim poderá ter até 18.446.744.073.709.551.616 endereços (e equipamentos diferentes) nela conectados.

Veja que essa quantidade absurda de endereços disponíveis em cada rede tem uma razão de ser: ela facilita a atribuição automática do número IP para seu computador, baseada no número (endereço físico, ou MAC address) da placa de rede.


Vou ter de trocar de computador ou fazer upgrade de programas para ter IPv6?

Provavelmente não. O hardware de seu computador não muda, e os sistemas operacionais mais modernos, como o Windows XP, o Windows Vista, MacOS X, FreeBSD e Linux, já suportam o IPv6.

Se o seu computador só suporta sistemas operacionais mais antigos, como o Windows 98, poderá ser necessária a troca ou upgrade, ou então a instalação de um sistema operacional alternativo, como o Linux, ou o FreeBSD.

Você poderá ter problemas com alguns softwares específicos, que talvez não funcionem ainda com IPv6 em suas versões atuais... Alguns deles deverão sofrer upgrades, outros, talvez, tenham de ser substituidos por alternativas.


Meu computador suporta IPv6?

O hardware do seu computador sim, suporta IPv6. Você não terá de trocar nenhum componente interno para que seu computador funcione com IPv6. Pode ser necessária, contudo, a troca do modem, caso você use um acesso ADSL ou Cable.

Quanto ao software:


O IPv6 é mais seguro do que o IPv4?

Por si só, não. Mas é interessante observar duas coisas:


Vou ter de trocar meu modem ADSL/Cable para ter IPv6?

Sim, provavelmente. A maioria dos modems ADSL/Cable hoje instalados não suporta IPv6.

Seu provedor pode oferecer, enquanto a troca não é efetuada, algum mecanismo de tunnel broker, para que você receba endereços IPv6 através de um túnel IPv4, sem a necessidade da troca de equipamentos.


O que eu ganho com o IPv6?


Já há provedores fornecendo trânsito IPv6 comercialmente no Brasil?

Para usuários domésticos, até onde sabemos, não.

Para usuários corporativos já há algumas alternativas.


Vou ter de pagar mais para ter IPv6?

Não. Os provedores fornecerão endereços e trânsito IPv6, juntamente com o IPv4, sem cobrar a mais por isso.


Já há sítios Internet funcionando com IPv6?

Sim, alguns. Este por exemplo!

Alguns outros sítios interessantes:

Dê uma olhada neste artigo.


Já há algum serviço que funcione exclusivamente com IPv6?

Não há ainda uma killer application em IPv6, ou seja, aquela aplicação tão interessante e útil que deixaria a todos instantaneamente motivados a utilizar o novo protocolo. Mas existem sim, alguns serviços exclusivos para IPv6. A maioria deles ainda é mais uma prova de conceito do que um serviço sério, mas há propostas interessantes, como servidores de IRC, Internet News, Torrents, entre outros, exclusivos para quem já usa IPv6.

Dê uma olhada neste artigo.


Como eu posso ajudar no processo de implantação do IPv6 na Internet?

Pergunte a seu provedor Internet se ele já tem planos para implantar o IPv6.


Provedores de Internet.

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Já há provedores fornecendo trânsito IPv6 comercialmente no Brasil?

Sim, para usuários corporativos. O NIC.br, por exemplo, contrata, em São Paulo, trânsito IPv6 da Global Crossing, da CTBC, e da Telefônica.

(Se você é provedor, também oferece trânsito IPv6, e não está listado aqui, nos informe!)


Quem mais fornece trânsito IPv6 no Brasil?

A RNP, para as redes acadêmicas.

O PTT.br, através do PTT São Paulo, oferece trânsito gratuito para os participantes da troca de tráfego multilateral IPv6.


Como solicito um bloco IPv6?

Os blocos IPv6 no Brasil são designados pelo NIC.br através do Registro.br. O processo é bastante simples: consiste em preencher um formulário e enviá-lo por email. Os blocos IPv6 são gratuitos para quem já possui IPv4 e, certamente, as organizações que preenchem os requisitos para ter IPv4, também cumprem com aqueles necessários para obter o IPv6.

Informações sobre o processo podem ser obtidas na página:

http://registro.br/info/cidr.html

ou pelo email:

cidr@registro.br


Que tamanho de bloco IPv6 vou receber?

As alocações para provedores atualmente são de grandes blocos (/32).

Um bloco /32 é capaz de atender a um total de:

Os usuários finais que buscam alocações PI (provider independent) podem receber blocos variando entre /48 e /32, conforme a necessidade.

Existem um compromisso entre o tamanho dos blocos alocados e o tamanho da tabela de roteamento. Blocos pequenos demais são inviáveis.


Que tamanho de bloco IPv6 devo fornecer a cada um de meus clientes?

Usuários finais devem receber blocos variando entre /48 e /56.

Com um bloco /48, um cliente pode subdividir sua rede em 65.536 redes diferentes (/64).

Com um bloco /56, o número de redes possíveis /64 é de 256.

Um /64 pode ser designado a um usuário se houver certeza de que apenas uma rede atende às suas necessidades. Isso pode ser o caso, por exemplo, de alguns usuários domésticos.


Engenheiros e Técnicos...

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Como solicito um bloco de endereços IPv6?

Os blocos IPv6 no Brasil são designados pelo NIC.br através do Registro.br. O processo é bastante simples: consiste em preencher um formulário e enviá-lo por email. Os blocos IPv6 são gratuitos para quem já possui IPv4 e, certamente, as organizações que preenchem os requisitos para ter IPv4, também cumprem com aqueles necessários para obter o IPv6.

Informações sobre o processo podem ser obtidas na página:

http://registro.br/info/cidr.html

ou pelo email:

cidr@registro.br


Quantos endereços IPv6 vou receber?

As alocações para provedores atualmente são de grandes blocos (/32).

Um bloco /32 é capaz de atender a um total de:

Os usuários finais (com ASN) que buscam alocações PI (provider independent) podem receber blocos variando entre /48 e /32, conforme a necessidade.

Existem um compromisso entre o tamanho dos blocos alocados e o tamanho da tabela de roteamento. Blocos pequenos demais são inviáveis.

Usuários finais com IPs alocados por seus provedores devem receber blocos variando entre /48 e /56.

Com um bloco /48 a rede pode ser subdividida em 65.536 redes diferentes (/64). Com um bloco /56, o número de redes possíveis /64 é de 256.

Um /64 pode ser designado a um usuário se houver certeza de que apenas uma rede atende às suas necessidades. Isso pode ser o caso, por exemplo, de alguns usuários domésticos.


Que roteadores (e outros equipamentos) suportam IPv6?

É inviável colocar aqui uma relação completa. Quase todos os equipamentos de rede mais recentes suportam IPv6, embora alguns exijam versões de software específicas. Alguns equipamentos antigos podem suporar IPv6 se for feito upgrade de software.

Essa é a lista dos equipamentos aprovados no teste do IPv6 Ready Logo Program:

Essa é a lista dos equipamentos aprovados no teste do departamento de defesa estadunidense:


Consigo utilizar PCs na função de roteadores IPv6?

Sim. O IPv6 é, por exemplo, suportado nativamente no Linux, FreeBSD? e OpenBSD? ; e softwares como Quagga, Vyatta e OpenBGPd? também suportam o protocolo. Além disso há softwares implementando métodos de transição, como túneis.


Há roteadores de pequeno porte e baratos que suportam IPv6?

Sim. Alguns exemplos:


Como distribuo os endereços IP dentro da minha rede?

A wiki do ARIN possui algumas sugestões interessantes:

Algumas boas práticas:

Use endereços atribuídos automaticamente (através de router advertisement ou dhcpv6) para usuários e endereços atribuídos manualmente para servidores.


Posso implantar IPv6 na minha rede e continuar usando NAT para o IPv4?

Sim.

É perfeitamente possível continuar usando NAT para o IPv4 e ao mesmo tempo implantar o IPv6, que só usa endereços válidos.


Sobre o sítio IPv6.br

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Onde está o fórum que havia neste sítio?

No período de avaliação deste sítio Web havíamos criado um fórum. A ferramenta não foi útil como imaginávamos: a participação ficou muito aquém do esperado. Então, para o lançamento oficial do IPv6.br, resolvemos deixar de lado o fórum e incentivar outras formas de comunicação.

Já há algum tempo, o CGI.br mantém uma lista de e-mails chamada masoch-l (Mail Aid and Succor, On-line Comfort and Help). Nessa lista pode-se encontrar ajuda para os mais diversos assuntos ligados, no geral, à redes de computadores. Recomendamos que dúvidas sobre o IPv6 sejam remetidas para lá. Para inscrever-se acesse o seguinte sítio:

O Comitê Gestor mantém também outras duas listas, que são a base para:

Questões sobre IPv6, mas que estejam de acordo com esses temas podem, alternativamente, ser dirigidas para essas listas.

Outro local adequado para dirimir dúvidas e solucionar problemas com IPv6 é a lista LACTF, da Task Force IPv6 Latino Americana, que é mantida pelo LACNIC. Nessa lista são usados os idiomas espanhol e português. Para inscrever-se acesse o sítio:

A equipe do IPv6.br participa de todas essas listas, mas, se você preferir, podemos também tentar ajudá-lo através do email ipv6@nic.br.

Prefira sempre tirar suas dúvidas via lista masoch-l, porque mais gente poderá ajudá-lo, e porque as respostas ajudarão a outras pessoas com problemas ou dúvidas similares. Mas sinta-se à vontade para entrar em contato conosco diretamente, se assim o desejar.

Caso a quantidade de mensagens cresça e justifique, reconsideraremos a possibilidade de usar o fórum, ou a de criar uma nova lista de e-mails.


Qual a licença do material deste sítio Internet?

Os artigos e informações aqui publicados, a menos que especificadas outras condições, estão disponíveis sob a licença Creative Commons Atribuição 2.5 Brasil.

É interessante observar que os artigos na Seção Nossos Artigos e FAQ foram escritos por membros do CGI.br ou colaboradores do NIC.br e estão todos sob a licença CC.

Nas demais seções, há artigos escritos por colaboradores diversos; então, é necessário cuidado redobrado. Alguns deles estão sob a licença CC, mas, em outros casos, é preciso entrar em contato com o autor para obter permissão para utilizá-lo. Em caso de dúvida, entre em contato com o autor do artigo, ou conosco.

Para mais detalhes, acesse a página Licença do Sítio IPv6.br.

Última atualização 04/02/2009 18h36

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