Este sítio web funciona com IPv6. Se o globo estiver girando, você também já usa IPv6!

| Esta seção do IPv6.br é destina a abordar os fundamentos do IPv6. Aqui são encontrados artigos sobre o funcionamento do IPv6 e de outros protocolos associados, descrições das RFCs, discussões sobre políticas de atribuição de IPs, comparações entre estratégias de migração, explicações sobre o esgotamento do IPv4, etc. |
Esta é uma vídeo aula introdutória ao IPv6 apresentada pelo Marco Filippetti para os profissionais que irão fazer o exame para certificação CCNA. Os tópicos principais apresentados são o endereçamento IPv6, a transição IPv4/IPv6 e os endereços IPv6 especiais.

O RIPE oferece um treinamento IPv6 para os provedores europeus. Tive a oportunidade de participar do mesmo hoje (05 de Outubro de 2009) e devo dizer que superou minhas expectativas. Nesse artigo escrevi sobre alguns dos pontos abordados no curso.

Com objetivo de incentivar o uso do protocolo IPv6 no Brasil, o CGI.br e o NIC.br oferecem, através do sítio Web do projeto IPv6.br, um e-learning onde são abordados os principais conceitos relacionados ao funcionamento da nova versão do protocolo IP e à sua implantação.
Todo o conteúdo do curso está escrito e narrado em português, sendo criado para atender, principalmente, aos estudantes, professores, técnicos, analistas e engenheiros de computação e redes. Contudo, os módulos introdutórios são também adequados a um público mais diverso, sem conhecimentos técnicos, como usuários Internet, gestores e interessados em geral.
O projeto 6DEPLOY foi criado pela Comissão Européia com a finalidade de disseminar a utilização do protocolo IPV6 através de treinamentos e transferência de conhecimento. Este projeto é o sucessor do 6DISS, que foi concluído no final de 2007. Em seu sítio Internet estão disponíveis diversos materiais muito interessantes. Dentre eles, se destaca um curso sobre IPv6 em formato flash, para e-learning.
Este artigo, escrito por Artur Rodrigues, apresenta um breve histórico da Internet, destacando a importância e a necessidade do desenvolvimento do IPv6.
Este artigo apresenta o ponto de vista de Artur Rodrigues sobre o esgotamento dos endereços IPv4 e da adoção do IPv6 como solução a este problema.
Este artigo apresenta o ponto de vista de Artur Rodrigues sobre alguns aspectos técnicos do IPv6, além de um prognóstico sobre a utilização do novo protocolo IP a curto e médio prazo.
Este artigo apresenta o ponto de vista de Artur Rodrigues sobre a utilização do IPv6 e de algumas questões de segurança que envolvem está versão do protocolo IP, como o suporte obrigatório ao IPSec.
O GRE ( Generic Routing Encapsulation ) é um túnel estático entre dois hosts originalmente desenvolvido pela Cisco com a finalidade de encapsular vários tipos diferentes de protocolos, como por exemplo IPv6 e IS-IS.
Neste artigo é possível entender as razões do esgotamento do IPv4. Há quem não leve o assunto a sério, pois se fala nisso desde os primeiros anos da década de 1990, mas o IPv4 ainda não se esgotou. São discutidas aqui as razões que evitaram o esgotamento desses recursos nos últimos anos. É demonstrado também seu esgotamento iminente, e apresentado o IPv6 como solução definitiva para o problema.
Com o crescimento da Internet, a escassez de endereços e falta de segurança, aborda-se nesse artigo como o novo protocolo de internet IPv6 pode atender as exigências de endereçamento. Provendo o novo formato de subdivisões de redes baseadas em prefixos e como seu formato permite atribuir confidencialidade, integridade e privacidade diretamente na camada de IP.
Baseado na monografia de Wilson Miranda Júnior apresentada em setembro de 2006 como pré-requisito de conclusão do Curso de Pós-Graduação de Administração em Redes Linux do Centro Universitário Federal de Larvras, este artigo tem como objetivo principal tratar da implementação do IPv6 integrado com o uso de software livre no qual foi configurado endereçamento, resolução de nomes e roteamento.
A técnica de transição Intra-Site Automatic Tunnel Addressing Protocol (ISATAP), definida na RFC 5214, é baseada em túneis IPv6 criados automaticamente dentro da rede IPv4, e em endereços IPv6 associados aos clientes de acordo com o prefixo especificado no roteador ISATAP e no IPv4 do cliente. Para a criação destes túneis são utilizadas as especificações da seção 3 da RFC 4213, que trata o tunelamento através do protocolo IPv4 tipo 41 ou 6in4.
Os Registros Regionais da Internet (RIR - Regional Internet Registries), responsáveis pelo gerenciamento, distribuição e registro dos endereçamentos IPv4 e IPv6, disponibilizam em seus sítios web dados estatísticos que nos permitem acompanhar o desenvolvimento da utilização do novo protocolo IP a partir da análise de informações como por exemplo, a quantidade de blocos de endereços IPv6 alocados e anunciados na tabela de rotas da Internet.
Neste artigo são apresentados gráficos disponibilizados pelo LACNIC (RIR que abrange os países da América Latina) referentes a distribuição de blocos de endereços IPv6 nos seus países membros, destacando os números relativos ao Brasil. Estes dados são atualizados freqüentemente, possibilitando o estudo da adoção do IPv6 nesta região.
Este vídeo apresenta a palestra feita por Igor Giangrossi no GTER-26, voltada para implementação do novo Protocolo Internet em Provedores de Serviços.
Neste artigo, são discutidos os funcionamentos da pilha dupla, de técnicas de tunelamento como 6to4, ISATAP e Teredo, bem como os mecanismos de tradução de endereços como o NAT-PT. Além disso, serão apresentadas as situações em que esses métodos podem ser aplicados, trazendo um resumo da comunicação através deles nos principais cenários existentes, envolvendo nós que trafeguem apenas sobre IPv6 ou IPv4, ou trafeguem sobre ambos.
Os RFCs (Request For Comments) são uma série de documentos técnicos que descrevem as especificações de padrões e serviços para a Internet e outros documentos informativos. Nos RFCs encontramos diversos textos a respeito do IPv6, desde as recomendações para a nova geração do protocolo IP (RFC 1752), as especificações do IPv6 (RFC 2460), a diversos documentos sobre aplicações, configurações e detalhes das principais características do IPv6. Neste artigo são apresentados links para RFCs relacionadas ao IPv6, uma excelente fonte para quem busca ampliar seus conhecimentos sobre o novo Protocolo Internet.
Este vídeo mostra a palestra "Introdução ao IPv6" apresentada durante o GTER-24 por Igor Giangrossi. Ele aborda desde a numeração e o formato do protocolo até tópicos mais avançados, como métodos de transição e roteamento. Os slides estão em inglês, mas toda a palestra é em português.
A técnica de tunelamento automática Teredo, definida na RFC 4380, permite que nós localizados atrás de Network Address Translations (NAT), obtenham conectividade IPv6 utilizando o protocolo UDP.
Definida na RFC 3056, a técnica de tunelamento automática 6to4 permite a interconexão ponto-a-ponto entre roteadores, subredes ou computadores IPv6 através da rede IPv4, fornecendo um endereço IPv6 único formado a partir de endereços IPv4 públicos.
Este vídeo mostra a apresentação feita durante o GTER-18 por Andrey Vedana Andreoli. Nele são apresentados os recursos para transição IPv4/IPv6, como por exemplo, as técnicas IPv6-over-IPv4, Tunnel Broker, 6to4, NAT-PT e ALG, além de alguns projetos e testes feitos no POP-RS/UFRGS.
Com o aumento de dispositivos móveis conectados a Internet, como celulares, laptops, palms e GPS, e a facilidade em adquiri-los, surge também a necessidade de se criar meios para endereçá-los simultaneamente, estabelecendo conexões contínuas e com qualidade, independente da posição e da movimentação de cada dispositivo. Baseado nesse cenário, este trabalho, escrito por Dairton Bassi em novembro de 2004, apresenta os mecanismos de comunicação IPv6 aplicados a redes móveis e de que modo as características desse novo Protocolo Internet podem solucionar tais problemas.
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