Este sítio web funciona com IPv6. Se o globo estiver girando, você também já usa IPv6!

| Esta seção do IPv6.br reúne os artigos publicados pelo pessoal do CGI.br e do NIC.br nas demais seções deste sítio. Eles expressam nossa opinião e visão técnica nos assuntos abordados. |
Este é o resultado da pesquisa realizada em Fevereiro de 2010, sobre a implantação do IPv6, entre os ASes brasileiros. Recebemos um total de 237 respostas, de 217 Sistemas Autônomos diferentes.

O RIPE oferece um treinamento IPv6 para os provedores europeus. Tive a oportunidade de participar do mesmo hoje (05 de Outubro de 2009) e devo dizer que superou minhas expectativas. Nesse artigo escrevi sobre alguns dos pontos abordados no curso.

Com objetivo de incentivar o uso do protocolo IPv6 no Brasil, o CGI.br e o NIC.br oferecem, através do sítio Web do projeto IPv6.br, um e-learning onde são abordados os principais conceitos relacionados ao funcionamento da nova versão do protocolo IP e à sua implantação.
Todo o conteúdo do curso está escrito e narrado em português, sendo criado para atender, principalmente, aos estudantes, professores, técnicos, analistas e engenheiros de computação e redes. Contudo, os módulos introdutórios são também adequados a um público mais diverso, sem conhecimentos técnicos, como usuários Internet, gestores e interessados em geral.
O projeto 6DEPLOY foi criado pela Comissão Européia com a finalidade de disseminar a utilização do protocolo IPV6 através de treinamentos e transferência de conhecimento. Este projeto é o sucessor do 6DISS, que foi concluído no final de 2007. Em seu sítio Internet estão disponíveis diversos materiais muito interessantes. Dentre eles, se destaca um curso sobre IPv6 em formato flash, para e-learning.
O GRE ( Generic Routing Encapsulation ) é um túnel estático entre dois hosts originalmente desenvolvido pela Cisco com a finalidade de encapsular vários tipos diferentes de protocolos, como por exemplo IPv6 e IS-IS.
Neste artigo é possível entender as razões do esgotamento do IPv4. Há quem não leve o assunto a sério, pois se fala nisso desde os primeiros anos da década de 1990, mas o IPv4 ainda não se esgotou. São discutidas aqui as razões que evitaram o esgotamento desses recursos nos últimos anos. É demonstrado também seu esgotamento iminente, e apresentado o IPv6 como solução definitiva para o problema.
Este vídeo apresenta a palestra feita por Antônio Moreiras no GTER-26, onde foi demonstrado como realizar experimentos e aprender sobre IPv6, utilizando ferramentas de software livre capazes de criar ambientes complexos e simular várias situações e topologias de redes. O exemplo empregado neste vídeo mostra como configurar um túnel 6to4 utilizando a ferramenta NetKit? , de forma rápida e simples.
A técnica de transição Intra-Site Automatic Tunnel Addressing Protocol (ISATAP), definida na RFC 5214, é baseada em túneis IPv6 criados automaticamente dentro da rede IPv4, e em endereços IPv6 associados aos clientes de acordo com o prefixo especificado no roteador ISATAP e no IPv4 do cliente. Para a criação destes túneis são utilizadas as especificações da seção 3 da RFC 4213, que trata o tunelamento através do protocolo IPv4 tipo 41 ou 6in4.
Os Registros Regionais da Internet (RIR - Regional Internet Registries), responsáveis pelo gerenciamento, distribuição e registro dos endereçamentos IPv4 e IPv6, disponibilizam em seus sítios web dados estatísticos que nos permitem acompanhar o desenvolvimento da utilização do novo protocolo IP a partir da análise de informações como por exemplo, a quantidade de blocos de endereços IPv6 alocados e anunciados na tabela de rotas da Internet.
Neste artigo são apresentados gráficos disponibilizados pelo LACNIC (RIR que abrange os países da América Latina) referentes a distribuição de blocos de endereços IPv6 nos seus países membros, destacando os números relativos ao Brasil. Estes dados são atualizados freqüentemente, possibilitando o estudo da adoção do IPv6 nesta região.
Neste artigo, são discutidos os funcionamentos da pilha dupla, de técnicas de tunelamento como 6to4, ISATAP e Teredo, bem como os mecanismos de tradução de endereços como o NAT-PT. Além disso, serão apresentadas as situações em que esses métodos podem ser aplicados, trazendo um resumo da comunicação através deles nos principais cenários existentes, envolvendo nós que trafeguem apenas sobre IPv6 ou IPv4, ou trafeguem sobre ambos.
A técnica de tunelamento automática Teredo, definida na RFC 4380, permite que nós localizados atrás de Network Address Translations (NAT), obtenham conectividade IPv6 utilizando o protocolo UDP.
Definida na RFC 3056, a técnica de tunelamento automática 6to4 permite a interconexão ponto-a-ponto entre roteadores, subredes ou computadores IPv6 através da rede IPv4, fornecendo um endereço IPv6 único formado a partir de endereços IPv4 públicos.
A quantidade de serviços e sítios web disponíveis na Internet que aceitam conexões IPv6 tem aumentado gradativamente. Muitos desses serviços possibilitam a navegação em ambos os protocolos, entretanto, em alguns casos apenas conexões IPv6 são aceitas. Servidores de News, FTP, IRC e sítios de busca como google são alguns exemplos de serviços que estão trabalhando sob o novo Protocolo Internet e em muitos casos oferecendo facilidades a quem navega utilizando o IPv6. Neste artigo, apresentaremos alguns dos serviços disponíveis em IPv6, trazendo também novidades e curiosidades sobre os mesmos.
Licença:
Creative Commons Atribuição 2.5 Brasil (salvo seja especificada outra)
Válido:
XHTML 1.0 -
CSS 3