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Com o validador IPv6 é possível testar qualquer sítio Web e verificar se o mesmo já funciona ou não com o novo protocolo. Por meio de miniaturas é possível verificar como um usuário que só tem IPv4, um usuário que tem apenas IPv6 e um usuário que utiliza ambos os padrões, visualizam o sítio. O validador IPv6 também disponibiliza banners ou "selos", que indicam que o sítio que os utiliza já opera em IPv6.
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O blog IPv6.br é um espaço para que compartilhemos informações técnicas, ou de qualquer outra natureza, sobre o IPv6 e sua implantação na Internet e nas diversas redes. A plataforma do blog é mantida pela equipe do NIC.br, mas seu conteúdo é fruto da colaboração de diversos autores. O blog IPv6.br é uma iniciativa bastante recente, e precisa de colaboradores para funcionar!
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Esse é o curso e-learning, gratuito, de Introdução ao IPv6, desenvolvido pelo NIC.br. Basta clicar para começar a aprender! Você pode também baixar o curso completo para estudar offline em casa, ou deixar disponível na rede de sua empresa ou universidade.
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Este é um vídeo com Frederico Neves, diretor de tecnologia do NIC.br, e Antonio M. Moreiras, coordenador do IPv6.br, que fala sobre o momento de transição. Com o esgotamento do IPv4 no estoque central, é cada vez mais urgente a implantação do IPv6 na Internet, em especial nos sítios e outros serviços Web.
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O Test-IPv6 foi criado originalmente para o World IPv6 Day e permite que qualquer usuário verifique se terá ou não problemas ao tentar navegar em sítios que suportam ambos os protocolos, bem como em sítios que suportam apenas o IPv6.
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O APNIC e o RIPE NCC desenvolveram uma ferramenta para ser usada em conjunto com o Google Analytics, que permite visualizar, dentre os visitantes de um determinado sítio Web, quantos têm capacidade para acessar sítios IPv4, IPv6 e pilha dupla. Não é necessário ter suporte a IPv6 no sítio para utilizá-la, ou seja, a ferramenta pode ser usada de antemão para conhecer o perfil dos usuários, antes de ativar o IPv6.
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O NIC.br, por meio do Registro.br é o NIR, ou Registro Nacional, brasileiro. Ou seja, é responsável por distribuir os IPs às redes no Brasil. O NIC.br compartilha o estoque com o LACNIC, que é o Registro para a região da América Latina e Caribe, de forma que as previsões de esgotamento são as mesmas. Essa página mostra o estudo feito pelo LACNIC sobre a duração do estoque de IPv4, concluindo que no pior caso, esgotar-se-á em meados de 2012, e no melhor caso, em meados de 2014. Note-se que o estudo é feito com base em extrapolações de dados passados, não levando em consideração potenciais mudanças no perfil da demanda.
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O Coletor de Caminhos e Latências IPv6 usa os dados do RIPE TTM para comparar as latências IPv4 e IPv6 entre diversos pontos de medida espalhados pelo mundo. Os resultados são exibidos na forma matricial, mostrando as diferenças percentuais entre as latências, e representando as diferentes situações por cores: vermelho = ipv6 mais lento, verde = latências semelhantes e azul = ipv6 mais veloz.
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O Sistema de Monitoramento IPv6 - SIMONv6 - utiliza diversos pontos de medição localizados em todo o mundo, mas principalmente no Brasil e América Latina, para monitorar a latência em relação a diversos sítios Web e servidores NTP, por meio dos protocolos HTTP (TCP) e NTP (UDP), respectivamente. É possível visualizar as medidas por origem e destino, bem como através de gráficos.
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O TopSites faz parte dos estudo da Web realizados no CEPTRO. Semanalmente, de forma automática, o sistema analisa diversas características dos sítios Web que estão no topo do ranking do Alexa. Dentre as características analisadas desses 1.000.000 de sítios estão a aderência a padrões abertos, como padrões Web, de acessibilidade, suporte ao IPv6 e suporte ao NTP no servidor. É possível visualizar os resultados por domínio de primeiro nível, e visualizar o histórico das análises.
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O BRSites faz parte dos estudo da Web realizados no CEPTRO. Semanalmente, de forma automática, o sistema analisa diversas características de uma amostra de sítios Web registrados sob o ccTLD .br. Dentre os fatores analisados estão a aderência a padrões abertos, como padrões Web, de acessibilidade, suporte ao IPv6 e suporte ao NTP no servidor, além de características complementares, como geolocalização e tipo de servidor utilizado. É possível visualizar os resultados por domínio de primeiro nível, e visualizar o histórico das análises.
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O PTTMetro São Paulo é o maior Ponto de Troca de Tráfego, ou Internet Exchange, do país. Alguns dos participantes já trocam tráfego IPv6 e aqui podem ser encontradas as estatísticas correspondentes.
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O IPv6 BGP Weathermap é feito com base na análise da tabela de rotas global da Internet, e permite visualizar de forma gráfica e por tabelas, a quantidade de prefixos anunciados em cada país, além de outras características.
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O Ghost Route Hunter tem o objetivo de detectar rotas fantasma e outras anomalias na tabela de rotas global IPv6. Essa página mostra a quantidade de prefixos alocados mundialmente, por país, e sua visibilidade na Internet.
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